quarta-feira, 14 de março de 2012

Metrô vai virar marca e vender produtos

O Metrô apareceu com destaque no noticiário paulistano desta manhã por conta de falhas nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha que prejudicaram cerca de 165 mil pessoas. Mas a edição de hoje de O Estado de S.Paulo traz uma matéria com outro foco acerca da Companhia do Metropolitano de São Paulo, que em breve passará a vender suvenires.


A iniciativa é assumidamente cópia do que fazem, por exemplo, os metrôs de Nova Iorque e de Londres. “Adoro esses brindes dos metrôs estrangeiros”, afirmou ao jornal Sérgio Avelleda, presidente do Metrô.

Na semana passada, a companhia divulgou as regras que nortearão o licenciamento da marca. Os produtos serão variados, de peças a vestuário a artigos de escritório e livros. Já existem alguns protótipos, como camisetas, trenzinhos de brinquedo, canetas e chaveiros (todos feitos pelo Metrô).

O desenvolvimento ficará sob responsabilidade da iniciativa privada, mas a companhia terá de aprovar. "Uma bebida alcoólica, por exemplo, com a marca do Metrô, jamais aceitaríamos, assim como objetos que façam alusão ao transporte individual, como carros e motos", explicou Avelleda.

Se a empresa contratada conceber o produto, o Metrô fica com 7% das vendas, se for ideia da companhia, a porcentagem sobe para 9%. E a comercialização poderá ser feita em qualquer tipo de loja, até mesmo em bancas de jornal.

Um dos espaços previstos é um stand de 21 m² a ser instalado na estação Consolação. Ali as regras são outras: 15% do faturamento bruto fica com a estatal.

Redação Adnews

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