quinta-feira, 31 de março de 2011

Brasil deve ser 2º mercado da Renault até o fim de 2011

 

Mercado nacional está atrás apenas da matriz da empresa, na França

São Paulo - O Brasil deve se tornar em 2011 o segundo maior mercado para o grupo Renault, atrás apenas da matriz, na França. Em 2010, a filial ganhou o terceiro posto em vendas pela primeira vez. No início deste ano, o dirigente mundial do grupo, o brasileiro Carlos Ghosn, projetava o segundo posto até 2013, mas o presidente da montadora no Brasil, Jean-Michel Jalinier, afirmou que "o objetivo é chegar ao segundo lugar já neste ano".

A previsão do executivo é de vender cerca de 200 mil carros da marca este ano, o que desbancaria a Alemanha, que deve ter resultados abaixo desse volume. Com maior importância dentro do grupo, a Renault do Brasil obteve da matriz aval para projetar parte dos carros que serão vendidos no País. Antes, 100% dos produtos eram desenvolvidos pela matriz e apenas adaptados ao mercado brasileiro.

Ontem, Jalinier disse que boa parte dos dois próximos lançamentos da marca foi desenvolvida pela engenharia e o centro de design da empresa no Brasil, embora utilizem plataformas (bases) de projetos europeus. Um deles, o utilitário-esportivo Duster, que será produzido na fábrica do Paraná a partir do último trimestre de 2011, "não vai ser o mesmo criado na Romênia", modelo que está à venda na Europa desde o ano passado.

Segundo o executivo, há alterações no design externo e, principalmente, na parte interior, como painel e bancos. Antes do Duster - que vai concorrer com o Ford EcoSport -, a Renault lançará o novo Sandero, cuja renovação também ficou a cargo da engenharia local. A primeira versão do modelo, lançado no fim de 2007, foi desenvolvida na França, mas já teve a participação de técnicos brasileiros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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