quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Prestes a completar dez anos, flex deixa tanquinho para trás

Em 2013 faz dez anos que chegou ao mercado o primeiro automóvel bicombustível do Brasil, o Volkswagen Gol 1.6 Total Flex. Desde então os veículos flex sempre foram reféns do reservatório de partida a frio, também conhecido como tanquinho, nem sempre convenientemente posicionado – em geral no compartimento do motor.



Só neste ano um sistema que dispensa o uso do reservatório começou a equipar veículos em larga escala, com a chegada do sistema Flex Start, em modelos da Peugeot (308) e da Citroën (novo C3). A expectativa é que a frota cresça em 2013 para mais de dez modelos. "Temos diversos projetos em andamento para o próximo ano", afirma Gerson Fini, vice-presidente da divisão Gasoline Systems da Robert Bosch América Latina, empresa que fornece a tecnologia.

Peugeot 308 - foto Divulgação

Citroën C3 - foto Divulgação
Peugeot 308 (alto) e novo Citroën C3: sem tanquinho em larga escala

Graças ao sistema, além de não ter mais de se preocupar em abastecer o tanquinho de gasolina, o motorista tem uma melhor resposta do motor à aceleração, pois o sistema realiza um gerenciamento eletrônico e controla toda a operação de aquecimento do combustível. Assim é possível realizar a partida do motor em baixas temperaturas quando abastecido entre 85% e 100% com etanol.

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