quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Venda de imóveis residenciais novos em SP cede 12,4% em dezembro

 

Vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo somaram 4.960 unidades

São Paulo - As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo foram 12,4 por cento menores em dezembro na relação com o mesmo mês do ano anterior, somando 4.960 unidades, informou nesta quinta-feira o sindicato que representa o setor na capital paulista, Secovi-SP.

Já em comparação com novembro, houve expansão de 51,7 por cento na comercialização de moradias.

Em todo o ano passado, a cidade de São Paulo registrou venda de 35.869 imóveis novos, número praticamente estável ante 2009, quando foram vendidas 35.832 unidades.


"Os bons resultados de comercialização na cidade de São Paulo confirmaram as previsões de encerramento no ano com estabilidade ou, no máximo, um leve crescimento", afirmou o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, em nota.


Em 2010, as vendas totalizaram Valor Geral de Vendas (VGV) de 14,2 bilhões de reais, aumento de 22,5 por cento sobre um ano antes.


A velocidade de vendas, medida pela relação de venda sobre oferta, encerrou o ano com uma média de 23,2 por cento, comparada a 17,6 por cento em 2009. "Trata-se do melhor desempenho de vendas médio desde 2004, ano da modificação de metodologia da pesquisa sobre o mercado imobiliário", assinalou o Secovi-SP.


No último mês de 2010, a velocidade de vendas foi de 29,2 por cento, acima dos 24,1 por cento de novembro.


Em dezembro, as vendas ficaram concentradas no período de lançamento. Do total comercializado no mês, 94,7 por cento das unidades tinham no máximo seis meses de oferta, segundo o Secovi.
Lançamentos

Os lançamentos de imóveis residenciais na cidade de São Paulo totalizaram 7.516 unidades em dezembro, crescimento de 14,2 por cento ante igual período de 2009 e alta de 89,3 por cento sobre novembro, conforme dados da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp).

No fechado do ano passado, foram lançados 37.304 imóveis residenciais na capital paulista, alta de 18,1 por cento.

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