sexta-feira, 8 de julho de 2011

Emprego industrial varia 0,1% em maio, mostra IBGE

O emprego industrial seguiu o comportamento do setor, que teve desempenho menos intenso nos últimos meses, e registrou leve variação de 0,1% no país em maio sobre abril, segundo informou, nesta sexta-feira (8), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação anual, a taxa aumentou 1,3%, 16º resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação. No ano, o índice acumula alta de 2,2% e, em 12 meses, 3,5%.
"Os resultados do emprego industrial para os índices mensal e acumulado nos cinco primeiros meses do ano marcam a continuidade da expansão, mas com redução na intensidade do crescimento, refletindo não só o comportamento moderado do mercado de trabalho no setor industrial nos últimos meses, mas também a elevada base de comparação", disse o IBGE, por meio de nota.
Na comparação anual, o emprego industrial avançou m 12 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE, com as principais influências partindo de Paraná (6,1%), Minas Gerais (3,0%), região Nordeste (2,3%), Rio Grande do Sul (2,7%) e região Norte e Centro-Oeste (2,5%).
Horas pagasEm maio, o número de horas pagas aos trabalhadores também teve leve variação de 0,1% abril. Na comparação anual, o aumento foi de 0,9% no número de horas pagas. Nos cinco primeiros meses do ano, o índice aumentou 1,9%, e em 12 meses, 3,6%.
Em relação a 2010, a principal influência positiva partiu de Minas Gerais (3,3%), seguido por região Norte e Centro-Oeste (3,7%), Paraná (3,0%); região Nordeste (1,9%); e Rio Grande do Sul (1,9%). São Paulo (-1,2%) exerceu o principal impacto negativo.
Nessa mesma base de comparação, o número de horas pagas cresceu em 11 setores. As maiores contribuições partiram de alimentos e bebidas (2,8%), meios de transporte (6,2%), máquinas e equipamentos (5,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (5,7%), outros produtos da indústria de transformação (5,0%) e metalurgia básica (6,4%). Impactos menores exerceram papel e gráfica (-10,5%), vestuário (-4,8%), calçados e couro (-5,2%) e madeira (-9,7%).
SalárioO valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria subiu 0,4% sobre abril, depois de cair 0,9% em abril. Na comparação anual, o valor da folha de pagamento real cresceu 5%. No últimos 12 meses, a taxa ficou em 7,6%.
Em relação ao ano passado, o salário cresceu em 13 setores pesquisados, com destaque para meios de transporte (15,9%), alimentos e bebidas (5,9%), máquinas e equipamentos (6,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,5%), metalurgia básica (6,9%) e minerais não metálicos (7,0%). Na contramão, aparecem papel e gráfica (-12,8%) e calçados e couro (-5,1%).

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